3ª BlackTekFest acontece em novembro com o tema Ex-clusão Digital

A Universidade Zumbi dos Palmares e a ONG Afrobras, com curadoria da InovaZumbi, a agência de inovação da instituição de ensino, promovem a 3ª BlackTekFest nos dias 18 a 22 de novembro. A feira de experiências tecnológicas, inovação, afroempreendedorismo, negócios e empoderamento feminino, que tem como tema central Ex-clusão Digital, vai debater conteúdos como tecnologia e segurança, cidades inteligentes, tecnologia inclusiva, internet das coisas, tecnologia e mercado de trabalho, licenças e patentes, blockchain e bitcoin.

Dirigida a professores, estudantes, acadêmicos, pesquisadores negros e não negros, centros de investigação governamentais e não governamentais, instituições de ensino fundamental, médio e superior e intelectuais, a feira será realizada em uma arena virtual, para debater assuntos relacionados ao tema central:

– Oracle Experience: para oferecer lives e conteúdos exclusivos oferecidos pela empresa no Brasil. Serão duas palestras de executivos e uma imersão em programa oferecido pelos executivos da companhia.

– Arena Unibrad: a exemplo das edições anteriores, o Bradesco vai realizar palestras sobe UX e Inovação, em duas lives.

– InovaUnicamp e NIED: que apresenta o InovaAfro, sobre afroempreendedorismo com o professor Odair dos Santos e o NIED com a Robótica pedagógica.

– Start-Se: Será a primeira rodada de negócios focada em economia criativa, com o intuito de criar produtos e serviços para resolver problemas periféricos. Ainda com a possibilidade de Impulsionamento negocial, conduzido por Claudio Araújo, ex-gerente executivo de contratações da Petrobras, com experiência na criação de startups corporativas, atualmente proprietário da CCA-D Consulting e investidor anjo independente na Urca Angels.

O objetivo da BlackTekFest é promover o diálogo sobre temas de interesse para os afrodescendentes; fomentar projetos de pesquisa entre institucionais nacionais e internacionais por meio de acordos de cooperação para intercâmbio do conhecimento e mobilidade acadêmica; propor o início de um processo de imersão tecnológica constante para ser compartilhado e sugerido como ferramenta de fomento e aproximação dos afrodescendentes ao acesso a bases tecnológicas; e incentivar a reflexão capaz de modificar realidades e conceitos sobre as desigualdades sociais no Brasil.

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