Debate GRITEM-ME NEGRA! Perspectivas de uma construção política atravessada pelo afeto

Em seu quinto ano, o Gritem-me Negra celebra os encontros que fizeram parte do projeto e reúne novas vozes que a partir da provocação “O afeto como construção política pelo bem viver” teceram uma rede de narrativas, experiências e vislumbres para um mundo possível. Em tempos de dureza, retrocessos e emudecimentos, reunir mulheres negras cis, mulheres indígenas e mulheres trans é possibilitar que o movimento anti-racista, anti-machista não fique rendido aos futuros que tornam a presença dessas mulheres tão vulneráveis. Nesta quinta edição, o Gritem-me Negra celebra a vida, as conquistas políticas, reverencia o passado e passagem de mulheres que estiveram no encontro em edições anteriores e que não estão mais neste plano: Raquel Trindade, Tula Pilar e Makota Valdina. Realizar uma análise das atuações políticas atuais, a partir dos deslocamentos e fluxos que constroem pontes e espaços de convivência dignos, e um olhar para o futuro: os legados políticos, os legados ancestrais e as narrativas afro-trans-indígenas femininas, é uma forma potente de continuarmos gritando afirmando nossas existências.

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