Oficina Roda de Jongo

Após a encenação de histórias iniciamos uma roda de jongo. Cantamos o ponto pedindo licença aos ancestrais para abrir a roda ao som das palmas e do canto. Um das atrizes inicia a dança com uma grande saia de chita na qual estão fotografias de heroínas negras, atrás dessas fotografias temos o nome e a história dessa mulher símbolo de representatividade. Uma das artistas gira com a saia ao som do jongo e ao cessar a música o público escolhe uma das fotografias. As artistas mediam uma conversa sobre a história dessas mulheres e sua importância nas lutas por igualdade. Inicia-se um outro ponto de jongo até a escolha de outra foto e assim sucessivamente. É também dado o contexto de escolha do jongo dentro dessa mediação, pois representa a resistência do povo negro,por surgir dentro das senzalas, anteceder o surgimento do samba, já ter sido proibido e por ainda hoje sofrer interdições e ser associado a uma visão racista das macumbas e dos tambores. A oficina finaliza com um ponto de despedida do jongo.

Faça aqui o seu Check-in